Mulheres da África Ocidental

O BLM fez-me racista

2020.07.10 00:46 HairlessButtcrack O BLM fez-me racista

Não teve nem 10 minutos no outro sub, quiz por aqui para ter outras perspectivas.
Fui criado a tratar todos da mesma maneira e julgar as pessoas ao nível das suas acções. Sempre tive isso como um dos meus pilares morais.
Ao crescer sempre vi pessoas a terem comentários de merda como "há e tal isso são coisas da tua cabeça", "ha e tal nasceu mulato mas tem olhos verdes já viste!?", "(estava a mandar vir com ele) e mandou me à merda", "ela é gira mas é burra e antipática", "não sabe coser nem cozinhar o marido é que faz tudo" entre outros. Estes sempre foram comentários que ou eram parvos para quem tinha a pele mais rija ou ofensivos para os outros. Às vezes acabavam com altercações mas pronto a malta aprendia.
Fui educado com valores católicos, um dos que me foi bem embutido foi "não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti" que para quem tem carro na cidade parece ser algo que nenhum condutor conhece.
"Quem nunca pecou que atire a primeira pedra" ou "não acredites em tudo o que ouves" que até há pouco tempo eram ícones na língua portuguesa mas agora já não. Agora basta ouvir "racista", "homofóbico", "nazi", "neo-", "sexista", "facho", "violador" que tudo o que é razão vai pela janela.
A isso entra um novo problema completamente importado dos Estados Unidos, "ismo sistémico" que não é ismo é um bicho papão que serve para pessoas que não foram educadas como deve de ser poderem ter um bode expiatório para justificar a sua própria incompetência/irresponsabilidade/infantilidade/imaturidade/falta de respeito. Algo que depois é papado pelos parvinhos todos na Internet que apesar de terem toda a informação descoberta pelo ser humano a dois cliques preferem achar que uma opinião anedótica de um gajo no Twitter é representativo do universo.
O meu problema neste momento é especialmente com o racismo, não estou a dizer que não existe quem o disser é obviamente estúpido. Sempre houve, ainda existe e continuará a existir. Agora a prevalência é que é diferente. Se me disserem que Portugal é mais racista que a China ou grande parte dos países em África ou Rússia ou Japão vou vos dar um estalo.
(Os exemplos seguintes são dos Estados Unidos) Não interessa que a maior causa de violência a negros sejam outros negros, não interessa que a maior causa de morte de negros sejam outros negros, não interessa que os brancos sejam os mais mortos pela polícia, não interessa que em países em que ter arma (us, México e Guatemala) é um direito constitucional hajam mais mortos pela polícia, não interessa que isto seja um problema maioritariamente americano. Não interessa que quando os navegadores chegaram a África para trocar bens foram lhes dados escravos em troca. Não interessa que países como Israel, Arábia Saudita, Rússia, China não recebam refugiados. "O homem branco é racista"
Mas isto não é exclusivo do racismo, sexismo também é outro bom exemplo. Não interessa que no ocidente as mulheres (tendo em conta todas as variáveis especialmente mesma educação, experiência, propensão a risco, e horas de trabalho) recebem ligeiramente mais que o homem, como saem do emprego para formar famílias (daí o wage gap), também não interessa que em Portugal as mulheres fiquem com a custódia dos filhos 95% das vezes ou que iniciem ≈80% dos divórcios, ou que a violência doméstica tenha taxas semelhantes entre homens e mulheres. "O homem é machista"
Mas se vens com justificações ou ousas sequer em rejeitar tais ideais progressistas és "-ista" Obviamente
Estou a dizer que estes problemas não existem ou não possam existir!? NÃO FODASSE ÓBVIO QUE NÃO. Estou a dizer que não são prevalentes? Estou. Dizer que é um bicho papão que está tão entranhado na "cultura branca" é pedir um convite a fazer como alguns dos escravos libertados nos EUA fizeram quando voltaram para África que acabaram por ser mais discriminados do que eram lá apesar de serem da mesma cor.
A Europa é o sítio menos racista no mundo se acham que é racista e sexista ponham-se no caralho experimentem o Sudão do Sul ou o Irão estão os dois bons nesta altura do ano. Eu obviamente pela minha narrativa e maneira de tratar pessoas segundo as suas acções sou racista e de certeza que não vou mudar. Se és um humano de merda és um humano de merda dá me igual que sejas "preto, monhé, kike, chinoca, cigano, paneleiro, gaja ou travesti" estou me a cagar. Assim que fazes algo que não é socialmente aceitável e até que tentes emendar ou mudar és inferior a mim e à média nacional, ponto.
Isto leva me a falar sobre a importância de uma sociedade homogénea, vocês não têm a noção de como ter uma sociedade assim é importante. A religião até à pouco tempo era quem mantia essa uniformidade em Portugal. O momento que se começa a apontar diferenças é o momento que as sociedades se dividem. Não é por nada que assim que Espanha permite cada região falar a sua própria língua que começam os movimentos separatistas. Não é por nada que o divide et impera é a estratégia militar mais bem sucedida de todos os tempos e uma que a Rússia usa desde a guerra fria(1983) e que tem usado (tanto como a China) para criar divisões nos Estados Unidos e vindo a verter para cá pelas redes sociais.
Eu acho e entendo que quando há problemas se devem falar neles contudo sou contra alimentar narrativas que se dizem prevalentes mas quando vamos a ver acontecem pontualmente. Tal como "os videojogos fazem as crianças matar pessoas" vamos ver os números... Correlação 0. Correlação com acesso a armas fraco. Correlação com passarem na televisão é grande.
Isto de alimentar narrativas de victimização e narrativas de extrema esquerda vai dar merda mais tarde ou mais cedo. Já estamos a ver partidos de direita e extrema direita a aparecer por todo o lado. O pnr a ganhar mais força e o Chega a ter o maior crescimento que algum partido alguma vez teve na história de Portugal. Continuem a dizer que são vítimas de ismos e a dizer que os outros são nazis continuem. Continuem a achar que a comunidade cigana não cria problemas e Leirosa há de se tornar num Panamá do Sul.
Sempre vi a cor de pele do outro como alguém vê a cor do cabelo ou cor dos olhos nunca registei sequer até ser chamado à atenção, hoje é a primeira coisa que noto continuo com a minha moral de tratar com respeito quem assim o merece mas irrita-me solenemente já não conseguir ver a cor de pele como a cor dos olhos.
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2020.06.29 17:46 AntonioMachado [2011] Domenico Losurdo - Uma análise crítica da relação entre liberalismo e democracia

Entrevista: https://www.ifch.unicamp.bcriticamarxista/arquivos_biblioteca/entrevista2015_11_09_16_38_4563.pdf
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2020.06.26 20:08 MulherdaWeb Como usar QUIABO para DERRETER a GORDURA DA BARRIGA

Como usar QUIABO para DERRETER a GORDURA DA BARRIGA

Como usar quiabo para emagrecer
Como usar quiabo para emagrecer e perder toda gordura da barriga de forma simples e eficaz. Além disso, o quiabo possui substâncias que te ajudam a emagrecer de forma rápida e eficaz. O quiabo tem um sabor suave e uma textura única, com um penugem de pêssego por fora. Dentro do casulo há pequenas sementes comestíveis. LEIA TAMBÉM↓↓: → Poderoso AFRODISÍACO NATURAL está mudado a vida de mulheres FRIGIDAS Como EMAGRECER 23kg SEM cirurgia nem exercícios.... Método PSICOLÓGICO é capaz de RECUPERAR QUALQUER RELACIONAMENTO em... Composto que "Seca Barriga" e Tira Inchaço Vira Febre em São Paulo! Como REDUZIR 96% das RUGAS Rapidamente Sem... → DESCOBERTO Método NATURAL que ELIMINA Sintomas de MENOPAUSA Tratamento NATURAL está realizando o sonho de mulheres serem mães rapidamente
Este artigo analisará o conteúdo nutricional do quiabo, seus possíveis benefícios à saúde, algumas dicas de receita e possíveis riscos à saúde, e Como Usar Quiabo Para Emagrecer.

O que é quiabo?

O quiabo é uma planta que é conhecida em muitas partes do mundo como ladyfinger ou bhindi, é muito apreciada por causa de suas vagens. O nome científico desta planta interessante é Abelmoschus esculentus. Embora sua origem ainda não esteja clara, a pesquisa diz que poderia ter sido originária do sul da Ásia, da África Ocidental ou da Etiópia, mas o júri ainda está de fora. Além disso, aprenda agora nesse artigo Como Usar Quiabo Para Emagrecer

Origem do quiabo:

O quiabo, conhecido como gumbo em algumas partes da América, é um vegetal de vagem e de erva-moura. O nome científico do quiabo é Abelmoschus esculentus, mas às vezes também é chamado de Hibiscus esculentus. A maioria das pessoas o usa para fazer pratos crioulos, cajun e sopas grossas devido à sua capacidade de aumentar significativamente a consistência do prato. No entanto, o quiabo tem vários benefícios à saúde devido aos muitos nutrientes que contém.

Valor nutricional do quiabo:

O quiabo contém uma grande quantidade de fibra solúvel, que tem contribuições significativas para a boa saúde. Além disso, meia xícara de quiabo cozido ou fatiado fornece pelo menos 10% da ingestão diária recomendada de ácido fólico, vitamina B2 e vitamina B6. O quiabo também contém quantidades significativas de magnésio, vitamina C, vitamina A, potássio, cálcio, ferro, proteínas e carboidratos.

Como usar o quiabo?

O quiabo é usado em pratos em todo o mundo. Sua popularidade está aumentando o tempo todo, principalmente devido aos seus vários usos. Os diferentes usos incluem:
  • Como um vegetal em conserva;
  • Como ingrediente em sopas e acompanhamentos;
  • O óleo extraído do quiabo também pode ser utilizado como óleo vegetal;
  • A água de quiabo é usada como uma terapia alternativa e tradicional para o diabetes.

Benefícios do quiabo para saúde:

1. Melhorar a digestão: Um estudo mostrou que extratos de Como Usar Quiabo Para Emagrecer inibem a adesão de Helicobacter pylori no intestino. Isso impede que as bactérias se espalhem no intestino. Assim, o quiabo pode ajudar a prevenir uma série de complicações digestivas. Além disso, outro estudo mostrou que o quiabo ajudou a diminuir as contrações musculares gástricas no início da digestão e aumentou depois de três horas. Isso ajuda significativamente na absorção adequada de nutrientes. O mesmo estudo também mostrou como usar quiabo para emagrecer diminui o tempo que leva para o sistema digestivo se esvaziar. O quiabo é rico em fibras insolúveis, essencial para manter intacta a saúde do trato intestinal. Devido ao seu alto teor de fibras, o quiabo é útil para auxiliar o laxamento. A fibra aumenta o peso das fezes, o que facilita a defecação. A fibra também pode prevenir a constipação porque, ao adicionar o peso das fezes, a fibra diminui o tempo que leva para as fezes passarem pelo trato intestinal. 2. Prevenir diabetes: Vários estudos demonstraram que extratos de como usar quiabo para emagrecer possuem atividades anti-hiperglicemia, que podem ser extremamente úteis no combate ao diabetes. O alto teor de fibras do quiabo é eficaz na regulação do açúcar no sangue, o que tem implicações significativas na saúde de indivíduos que sofrem de diabetes. A fibra afeta a taxa na qual o corpo absorve o açúcar do trato intestinal. Um estudo mostrou que a fibra também ajuda a reduzir os níveis de açúcar no sangue, retardando o processo de assimilação do açúcar, que ocorre no intestino. Um grande estudo multiétnico realizado no Havaí demonstrou que a alta ingestão de fibras na dieta reduziu significativamente o risco de diabetes tipo II. Também foi estabelecido que o quiabo pode ajudar a prevenir doenças renais associadas ao diabetes. Estudos demonstraram que quase 50% dos danos nos rins geralmente são resultado de diabetes. LEIA TAMBÉM↓↓:
→ Nova fórmula emagrecedora choca labóratorios brasileiros e..
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→ Mãe de dois filhos perde 20kg em 22 dias e dá um susto na família... 3. Reduzir doenças cardíacas: O quiabo é uma boa fonte de fibra alimentar, e estudos mostram que a fibra reduz o risco de doenças cardíacas nas coronárias e de doenças cardiovasculares. Isso ocorre porque ajuda na redução dos níveis de LDL, que é o colesterol ruim. É importante notar que a fibra pode reduzir os níveis de LDL no sangue sem afetar os níveis de colesterol HDL, que é o bom colesterol. Em particular, o quiabo contém uma quantidade significativa de fibra viscosa, a pectina, que estudos mostram que reduz os níveis elevados de colesterol no sangue, regulando a fabricação de bile no organismo. Também foi demonstrado que a fibra reduz os níveis de pressão arterial em indivíduos que sofrem de hipertensão. A pressão alta é um fator de risco significativo para doenças cardiovasculares. 4. Melhorar a visão: As vagens de quiabo são ricas em vitamina A e beta-caroteno, e estudos demonstraram que esses nutrientes são essenciais na prevenção da degeneração macular relacionada à idade. Além disso, o quiabo contém quantidades significativas de vitamina C, o que ajuda na formação de colágeno nos olhos e evita o estresse oxidativo no tecido ocular. O quiabo também contém luteína e zeaxantina. Que são os únicos carotenoides encontrados na retina e na lente. Esses nutrientes evitam danos oxidativos na retina alimentar de carotenoides pode diminuir significativamente o risco de degeneração macular relacionada à idade. Os quiabos contêm carotenoides, como zeaxantina, luteína e beta-caroteno, além de vitamina A e C, os quais têm um papel importante na manutenção da saúde ocular. 5. Eliminar os radicais livres: Outro estudo também descobriu que as sementes do quiabo eram ricas em compostos fenólicos, que demonstravam atividades significativas de eliminação de radicais livres. O quiabo também contém altos níveis de vitamina C, que é considerado um dos antioxidantes mais importantes do corpo. Ele elimina os radicais livres no corpo e evita danos oxidativos e estresse. Os quiabos também são ricos em luteína e zeaxantina, que provaram ser antioxidantes eficientes, especialmente nos olhos. 6. Beneficiar mulheres grávidas: O quiabo é um alimento rico em cálcio, e um estudo mostrou que a ingestão de alimentos ricos em cálcio durante a gravidez leva ao nascimento de crianças com maior conteúdo mineral ósseo. O quiabo também é rico em folato, e pesquisas mostram que mulheres grávidas com maior status de folato durante a gestação deram à luz crianças com maior densidade mineral óssea. Estudos também indicam que um aumento na ingestão de folato durante a gravidez tem efeitos benéficos no tempo de gestação, no peso da placenta e no peso do recém-nascido. Pesquisas também mostraram que o folato é essencial quando se trata do crescimento e desenvolvimento adequados do cérebro do feto. 7. Prevenir contra substâncias toxicas: Foi demonstrado que o quiabo possui propriedades hepatoprotetoras contra alguns dos produtos químicos comuns que causam doença hepática. Um estudo mostrou que o quiabo reduziu significativamente o nível de tetracloreto de carbono no organismo, oferecendo hepatoproteção. Os quiabos também contêm vitamina C, e investigações científicas revelaram que a vitamina é eficaz na proteção do corpo contra toxicidade por chumbo, arsênico, cádmio e mercúrio. 8. Fortalecer os ossos: O quiabo contém uma quantidade significativa de cálcio, quase 5% da ingestão diária recomendada de minerais. O cálcio da dieta é essencial na promoção de alta densidade mineral óssea em pessoas, principalmente em mulheres na pós menopausa e idosos. Estudos mostram que uma dieta rica em cálcio em mulheres grávidas contribui para um melhor crescimento esquelético e densidade de massa óssea na prole. Outro estudo publicado mostrou que crianças que sofriam de deficiência de cálcio apresentavam maior risco de desenvolver fraturas antes da puberdade. Vários estudos demonstraram que a alta ingestão de alimentos ricos em cálcio pode ajudar na prevenção de perda óssea, fraturas e osteoporose em adultos. Estudos demonstram que a disponibilidade de cálcio é essencial para a mineralização óssea e sua deficiência resulta em raquitismo em crianças e osteomalácia em adultos. 9. Ajudar a emagrecer: Devido ao seu alto teor de fibras, o consumo de quiabo pode ajudar no controle de peso. Estudos demonstraram que a fibra é eficaz no aumento da saciedade e saciedade, o que pode ajudar as pessoas a evitar excessos, o principal contribuinte para o ganho de peso e a obesidade. Estudos também mostraram que a ingestão regular mais alta de fibra pode ajudar a diminuir o peso corporal e que as pessoas que ingerem mais fibras em sua dieta geralmente pesam menos do que aquelas que ingerem pouca fibra. Pesquisadores demonstraram que a ingestão alimentar de cálcio de fontes alimentares, como o quiabo, reduz diretamente os níveis de gordura armazenados no corpo. Os cientistas também especulam que uma deficiência alimentar de cálcio no organismo pode resultar em aumento da fome, o que pode afetar as tentativas de perda de peso. 10. Aliviar os sintomas da TPM: Devido ao seu alto teor de cálcio, o quiabo pode ajudar a prevenir ou controlar os sintomas da TPM. Estudos demonstraram que o aumento da ingestão de cálcio na dieta reduz as flutuações de apetite, fadiga e depressão em mulheres com TPM . O quiabo também contém quantidades relativamente altas de vitamina B6 e magnésio, cujos estudos mostram que são eficazes na redução da gravidade da síndrome pré-menstrual. Esses sintomas incluem depressão, ansiedade, dor de cabeça, dor lombar, inchaço e micção frequente. Estudos demonstraram que um aumento na ingestão de magnésio durante a menstruação pode ajudar a reduzir o ataque de enxaqueca. O triptofano, um aminoácido essencial encontrado nos quiabos, é eficiente no tratamento de sintomas relacionados ao Transtorno. Esses sintomas incluem irritabilidade, alterações de humor e disforia.

Como quiabo ajuda a emagrecer?

Como usar quiabo para emagrecer é uma dúvida frequente. O conteúdo de gordura no quiabo é de 0,3 g, ou menos de 1% do valor diário de 65 g do USDA. A gordura é um nutriente que fornece um alto número de calorias na dieta 9 para cada grama de gordura. Em comparação com 4 para carboidratos e proteínas. Incluir não mais do que a necessidade diária de gordura na dieta é importante para evitar o ganho de peso. Como mencionado anteriormente, o quiabo é rico em fibras. A fibra encontrada no quiabo atua como combustível para as boas bactérias encontradas em nossas barrigas, que auxiliam na digestão da gordura. A fibra ajuda a transportar a gordura para fora do corpo e, ao mesmo tempo, ajuda a regular o açúcar no sangue. O quiabo também tem a capacidade de absorver água, o que significa que, quando você come quiabo, retém o excesso de colesterol, bílis e toxinas e ajuda a eliminá-las através de processos normais do corpo. Ele também é uma grande ajuda na prevenção de constipação, inchaço e gás.

Receita com quiabo para emagrecer:

Água de quiabo para emagrecer:

Ingredientes:
  • 500 g de quiabo
  • 350 ml de água
Modo de Preparo: 1. Apare as pontas de 4 quiabo e faça uma fenda longa em cada uma.2. Enxágue 4 quiabo e coloque-os em uma tábua.3. Em seguida, use uma faca para cortar as duas extremidades de cada quiabo. 1. Descarte as pontas e faça 1 fenda longa e rasa em cada quiabo.4. Coloque o quiabo em um copo de água.5. Despeje a água em temperatura ambiente em um copo grande e coloque o quiabo nele.6. Deixe o quiabo de molho durante a noite em temperatura ambiente.7. Você pode colocar uma tampa no copo ou cobri-lo com filme plástico para que nada caia na água.8. Deixe o quiabo por cerca de 24 horas para amolecer e infundir a água.9. Esprema a mucilagem em um copo novo.10. Despeje a água infundida no copo novo e mexa a mistura.11. Despeje lentamente a água que o quiabo absorveu no copo com a mucilagem.12. Em seguida, mexa delicadamente para que a mucilagem seja incorporada. LEIA TAMBÉM↓↓:
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2020.04.19 21:03 akarena O impacto psicológico da quarentena e como reduzi-la: revisão rápida das evidências

International Journal of Drug Policy Watson TM, Kolla G, van der Meulen E & Dodd Z (2020).
O estudo, como informa o título, fez uma revisão rápida da evidência disponível na literatura acerca do impacto psicológico da quarentena e sobre como reduzi-lo. Dado o estado de emergência global em função do contágio por coronavírus, os autores informam ter preterido uma avaliação mais rigorosa de qualidade dos estudos abarcados em favor da preocupação por contribuir com a divulgação das melhores evidências então disponíveis sobre o tema em questão. Os autores definem “quarentena” como a separação e restrição de mobilidade por indivíduos potencialmente expostos a uma doença contagiosa para verificar se, tendo sido infectados, irão desenvolver a doença em questão. Essa é a situação abordada no estudo, que é distinta do isolamento, ou seja, a separação das pessoas que foram diagnosticadas com uma doença contagiosa das pessoas que não estão doentes. Lembram, porém, que as fronteiras entre quarentena e isolamento podem ser “borradas”. Na história recente, a quarentena foi adotada no Canadá e na China em 2003 por conta da síndrome respiratória aguda grave (SARS) e, em 2014, em vilas inteiras de muitos países da África Ocidental durante o surto de Ebola. No caso do COVID-19, cidades inteiras na China foram quarentenadas em massa, e estrangeiros que de lá retornavam foram solicitados a se autoisolarem (em casa ou em instalações estatais). Como os mecanismos de contenção não foram suficientes, e a transmissibilidade do vírus mostrou-se muito alta, quarentena, isolamento e distanciamento social vêm sendo adotados em vários pontos do planeta seguindo as recomendações das agências de saúde nacionais e transnacionais. Foram abrangidos pela revisão relatos de estudos primários realizados em dez países e que incluíram pessoas com SARS (onze estudos), Ebola (cinco), pandemia de influenza H1N1 de 2009 e 2010 (três), síndrome respiratória do Oriente Médio (dois) e influenza eqüina (um). Um desses estudos relacionou-se ao H1N1 e ao SARS. A maioria dos estudos revisados relatou efeitos psicológicos negativos de se permanecer em quarentena. De modo geral, humor deprimido e irritabilidade mostraram-se os sintomas mais prevalentes como manifestações de sofrimento mental, porém, também foram relatados confusão, insônia, raiva, exaustão emocional e sintomas depressivos e de estresse pós-traumático.
Tais sintomas foram especialmente importantes entre trabalhadores da saúde que atuaram em contexto hospitalar atendendo às pessoas infectadas, que também manifestaram medo, tristeza, culpa e dúvidas em relação a permanecer exercendo a atividade profissional. Dois estudos identificados na revisão realizada relataram efeitos em longo prazo da quarentena, informam que os sintomas de abuso ou dependência de álcool entre trabalhadores da saúde que atenderam aos infectados por SARS foram positivamente associados ao fato de terem sido colocados em quarentena e trabalhado em um local de alto risco. Sintomas depressivos também foram identificados após três anos, mais intensos entre o pessoal hospitalar que precisou ficar em quarentena (60%) contra os que não ficaram (15%). A revisão também indica que determinados fatores atuaram como estressores mais relevantes durante a vigência de medidas de quarentena: (1) maior duração da quarentena, de modo que pessoas que ficaram em quarentena por mais de dez dias relatam maior sofrimento psicológico; (2) medos de infecção, principalmente por temer infectar membros da família, especialmente entre mulheres grávidas e aquelas com crianças pequenas; (3) frustração e tédio, exacerbados pela impossibilidade de participar das atividades do dia-a-dia; (4) falta de acesso a suprimentos básicos como alimentos, água, roupas, moradia e medicamentos, bem como a irregularidade de cuidados médicos e insuficiência desses suprimentos pelas autoridades de saúde pública, e (5) informações inadequadas, com diretrizes claras e insuficientes, falta de coordenação entre as várias jurisdições e níveis de governo envolvidos e falta de transparência sobre a gravidade da pandemia, gerando dificuldades em cumprir os protocolos de quarentena. Na pós-quarentena, por sua vez, dois estressores foram centrais: (1) a perda financeira devido à necessidade de interromper atividades profissionais sem planejamento prévio, gerando raiva e ansiedade vários meses após a quarentena, com assistência financeira em valores insuficientes ou sendo disponibilizada tarde demais, produzindo dependência financeira da família, o que afetou mais as pessoas com renda mais baixa, trabalhadores autônomos e assalariados que não contavam com férias remuneradas, e (2) o estigma, principalmente direcionado aos profissionais de saúde em quarentena, que foram estigmatizados e rejeitados por seus vizinhos em algumas situações, e cujos empregos passam a ser vistos como muitos arriscados gerando uma tensão intra-familiar, para o que contribuem manchetes dramáticas e propagação de medo pela mídia. E para mitigar as consequências da quarentena, o que pode ser feito, segundo essa revisão? Para minimizar os problemas financeiros, é preciso que os governos delineiem programas específicos para fornecer suporte financeiro, assegurando que dentro do possível as pessoas trabalhem em casa, mesmo considerando que provavelmente com produtividade mais reduzida, contando com suporte social remoto de seus colegas.
Para minimizar a estigmatização, que tem como alvo em especial os profissionais de saúde, é preciso investir em uma educação geral sobre a doença e em justificar publicamente a medida de quarentena, fornecendo informações mais detalhadas às escolas e aos locais de trabalho, com um papel importante da mídia em oferecer mensagens rápidas e claras e um entendimento preciso da situação. Além disso, é importante que a quarentena respeite o tempo previsto, mantendo o tempo de quarentena ao que é cientificamente razoável, a menos em circunstâncias extremas. Estudos apontam que quarentenas mais longas estão associadas a piores resultados psicológicos, de modo que as autoridades devem aderir ao período recomendado de quarentena e não o estender. O público em geral deve ter acesso ao máximo de informação possível, que é fundamental, em especial às próprias pessoas em quarentena, que precisam entender a situação e ter uma boa compreensão da doença. Para isso, comunicação eficaz e rápida é essencial. As pessoas em quarentena costumam ter avaliações catastróficas de quaisquer sintomas, e informações inadequadas podem torná-las incertas da natureza dos riscos envolvidos. Suprimentos (gerais e médicos) precisam ser inevitavelmente fornecidos, o mais rapidamente possível, contando inclusive com planos de conservação e realocação de suprimentos às pessoas quarentenadas. Também é preciso reduzir o tédio, oferecendo técnicas de enfrentamento e gerenciamento de estresse e ativação da rede social das pessoas em quarentena, assegurando mesmo que remotamente o contato com família e amigos, bem como manter uma linha de suporte por telefone. Existem evidências que sugerem serem relevantes grupos de apoio especificamente para pessoas que ficaram em quarentena. Os profissionais de saúde merecem atenção especial, porque podem ser afetados negativamente pelas atitudes estigmatizantes, além de estarem preocupados com a falta de pessoal em seus locais de trabalho e com o trabalho extra de colegas. Nesse sentido, o apoio organizacional protege a saúde mental da equipe de saúde, sendo importante que os gerentes das equipes estimulem os funcionários a apoiar os colegas em quarentena. Finalmente, a revisão aponta que estimular o altruísmo (solidariedade) é melhor que adotar quarentena compulsória, visto que a maioria dos efeitos adversos advêm da imposição de uma restrição de liberdade: quarentena voluntária está associada a menos sofrimento e menos complicações em longo prazo. As autoridades de saúde pública, assim, devem enfatizar a escolha altruísta de auto-isolamento, lembrando à população os benefícios da quarentena para a sociedade em geral e que a quarentena está ajudando a manter outras pessoas seguras. Os autores concluem que o impacto psicológico da quarentena é amplo, substancial e pode ser duradouro, mas que, no entanto, não usar a quarentena e permitir a propagação da doença pode ter consequências ainda piores.
Fonte: plata_data, newsletter científica da Plataforma Brasileira de Política de Drogas.
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2020.03.12 15:45 francisco_louca Portugal já começa a exportar casos, sugerindo que haverá muito mais do que aqueles reportados

Expresso:
Duas turistas portuguesas entre três casos suspeitos em Cabo Verde
As autoridades cabo-verdianas estão a investigar três casos suspeitos do novo coronavírus no território, dos quais dois são turistas portugueses, anunciou o Diretor Nacional de Saúde de Cabo Verde, Artur Correia.
"O nosso sistema de vigilância acabou de identificar três casos suspeitos. Dois desses casos são aqui no concelho da Praia e referem-se a duas turistas provenientes de Portugal, da zona do Porto, uma com 32 anos e outra com 26 anos", divulgou Artur Correia.
Um terceiro caso é um cidadão cabo-verdiano de 49 anos, na ilha de São Vicente, que chegou a Cabo Verde, proveniente de Roma, Itália, na terça-feira, também na terça-feira.
"Entraram no país assintomáticos", afirmou o Diretor Nacional de Saúde de Cabo Verde.
Os três suspeitos estão em isolamento nos hospitais Agostinho Neto (Praia, ilha de Santiago) e Batista de Sousa (Mindelo, São Vicente), esclareceu.
Em conferência de imprensa, no Palácio do Governo, na cidade da Praia, o Diretor Nacional de Saúde esclareceu que os três casos estão em internamento desde quarta-feira.
No caso das duas portuguesas, as amostras recolhidas e enviadas para análise no Instituto Nacional de Saúde Pública Doutor Ricardo Jorge, em Lisboa, deverão apresentar resultados até à manhã de sexta-feira. As análises recolhidas ao caso suspeito na ilha de São Vicente devem seguir ainda hoje para Lisboa.
"As duas de Portugal vieram no domingo e só apresentaram sintomas antes de ontem [terça-feira] e comunicaram ontem [quarta-feira] às autoridades. E ontem mesmo foram transferidas para isolamento", disse ainda Artur Correia.
Acrescentou que foi ativado o estado de "risco iminente", estando em curso um levantamento das pessoas com quem estes três casos suspeitos contactaram em Cabo Verde.
Até ao momento, Cabo Verde não registou qualquer caso confirmado da epidemia de Covid-19, provocada por um novo coronavírus e que foi elevada à classificação de pandemia, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), na quarta-feira.
O primeiro-ministro cabo-verdiano anunciou na terça-feira o alargamento da interdição dos voos de Itália para Cabo Verde até 30 de abril e "vigilância apertada" nas viagens provenientes de França, Portugal e Espanha, devido ao Covid-19.

Público:
Coronavírus: Homem que visitou Portugal entre os 13 casos na África do Sul
Homem de 40 anos, que passou por Portugal, é caso confirmado na África do Sul.
O número de casos de covid-19 na África do Sul subiu para 13, entre eles um homem de 40 anos que regressou de Portugal, anunciou esta quarta-feira em comunicado o ministro da Saúde, Zweli Mhize. O ministro indicou que as autoridades de saúde sul-africanas identificaram nos últimos dias seis novos casos de coronavírus no país, que foi atingido pela epidemia em 5 de Março, através de um grupo de dez pessoas que visitou Itália.
Dos primeiros sete que testaram positivos, uma já recuperou da infecção, disse o governante.
Os novos casos de covid-19 na África do Sul localizam-se em Gauteng (quatro casos), província envolvente a Joanesburgo e Pretória; no KwaZulu-Natal (um) e no Cabo Ocidental (um), indica a nota divulgada na rede social Twitter.
O comunicado refere que o homem de 40 anos que visitou Portugal, regressou à África do Sul no passado sábado, 7 de Março, sem especificar a sua nacionalidade.
Entre os novos casos confirmados na África do Sul, refere a mesma fonte, estão ainda uma mulher de 33 anos que esteve em Itália e voltou a 1 de Março; um casal de 34 (homem) e 33 anos (mulher) que regressou da Alemanha na passada segunda-feira, 9 de Março; um homem de 57 anos que viajou pela Áustria e Itália tendo regressado à África do Sul também em 9 de Março e outro de 36 anos que visitou vários países, nomeadamente a Alemanha, Áustria, Suíça e Turquia antes de regressar em 9 de Março à África do Sul.
As autoridades de Saúde realizaram até esta quarta-feira 3642 testes de covid-19, salienta-se na nota do Ministério de Saúde sul-africano.
Nos últimos dias, a Itália tornou-se o caso mais grave de epidemia fora da China, com 631 mortos e mais de 10100 contaminados pelo novo coronavírus, que pode causar infecções respiratórias como pneumonia. Portugal regista 41 casos confirmados de infecção, segundo as últimas informações da Direcção-Geral da Saúde (DGS), divulgadas na terça-feira.
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2020.03.05 20:52 Emile-Principe Jones Manuel - os revolucionários e a questão da violência

Jones Manuel - os revolucionários e a questão da violência
https://www.youtube.com/watch?v=d6kdHZqd0uc&t=4s
Salve galera. O tema do vídeo de hoje e “Os Revolucionarios e a questão da violência”: quem realmente defende a paz? Ano passado Gregório Duvivier no seu programa Greg News fez um vídeo falando que os revolucionários como Lenin eram militaristas, a favor da violência, ao contrário dos social-democratas. Esses sim Democráticos e Defensores da Paz. E muito comum ouvir nos discursos da direita e de certa esquerda liberal e moderada que os revolucionários, em especial os anarquistas e os Comunistas são Defensores da violência, do sangue e que eles gostam de ver morte. Mas é verdade realmente? Os revolucionários eles são Defensores da violência? Eles têm fetiche pela violência? A história real não é assim! Antes de entrar propriamente em uma análise histórica, e importante algumas considerações teóricas: os revolucionários - especialmente os marxistas - consideram que a violência é um dado estrutural do sistema capitalista. O capitalismo como um sistema sócioeconômico que funciona oprimindo e explorando a imensa maioria da população, precisa da violência para se reproduzir. Então não é coincidência que em todos os países capitalistas do mundo as principais vítimas da violência policial e do sistema penal e carcerário sejam pessoas pobres oriundas da classe trabalhadora. Também não é coincidência que todas as vezes que existe uma rebelião Popular, uma tentativa de revolução, ou até uma série de Protestos massivos, a resposta do Estado burguês é repressão repressão e mais repressão. O que os marxistas perceberam foi que a violência é um dado da realidade gostemos dela ou não. O capitalismo ele não funciona sem uma violência sistemática contra os de baixo. Evidentemente que em alguns países o uso cotidiano da violência é maior do que em outros. Em países de Capitalismo dependente como o Brasil, a violência no cotidiano da classe trabalhadora é muito maior do que em países de Capitalismo Central. Como por exemplo se você for comparar os índices de letalidade policial Eles são muito maiores no Brasil do que na Inglaterra. Só que essas diferenças, embora importantes, são explicadas não porque o capitalismo na Europa é mais democratic, mais humano, mas sim porque ali é um dos centros mundiais do capitalism, e a riqueza extraída de toda a periferia do capitalismo possibilita um nível de distribuição de renda um pouco melhor, e as contradições e os conflitos de classe tendem a tomar um caráter menos Agudo. Mas até isso na própria Europa já está mudando. Não é mais uma realidade então atual, até porque não existe mais estado de bem-estar social na Europa: ele já foi quase que todo destruído.
Outra questão muito importante é que os teóricos da burguesia, os ideologos do capitalismo tendem a subestimar o papel da violência na reprodução desse sistema e não so pensadores burgueses, até criticos de esquerda acabam caindo nessa ilusão. Por exemplo, a partir dos anos 60 se tornou uma moda na Europa ocidental a partir de certa leitura bastante equivocada de Gramsci, dizer que a dominação de classes no capitalismo desenvolvido não se dava mais com uso da força, mas sim pela hegemonia, pelo convencimento. Então escolas, igrejas, partidos politicos, meios de mídia, seriam o principal instrumento de dominação da classe dominante. Michel Foucault passou a falar de uma microfísica do Poder: uma sociedade com instituições carcerárias capilares: tanto a escola com uma clínica psiquiátrica, seria uma instituição carcerária em uma análise descendente do poder: ou seja uma compreensão do Poder de baixo para cima. O estado burguês com seu sistema de Justiça Criminal, forças Armadas e aparelhos repressivos da maneira geral não seria o centro estratégico de exercício do Poder, mas sim essas micro relações de poderes conferidos por toda a sociedade. Ainda na França Pierre Bourdier começou a falar de um poder simbolico, que esse sim seria o verdadeiro centro da crítica A Dominação. Fora de um campo de esquerda, Habermas e Hannah Arendt passaram a falar que a política não tem violência. A política é uma esfera de consenso e de diálogo intersubjetivo entre as partes, e se tem violência não é política. A violência seria por definição A negação da dimensão política da vida humana.
Isso tudo e Muito bonito. E ótimo para vender livros, para produzir filmes, para ganhar uma bolsa de produtividade da “Capes, CNPQ” (institutos de pesquiza), mas no mundo real o capitalismo nunca vai dispensar a violência, Especialmente na periferia do sistema. O que os revolucionários compreenderam é que além da violência ser um dado estrutural orgânico do capitalism, não existe em um exemplo na história da humanidade em que uma classe dominante aceitou perder seu poder, Sua riqueza e seu prestígio de forma pacífica, sem a mais brutal reação violenta contra o movimento emancipatório dos de baixo. Aliás a própria América Latina nos dá centenas de exemplos disso: os ciclos de golpes, ditaduras empresariais militares em nosso continente, não foram em sua maioria contra projetos políticos revolucionários. Foram contra projetos reformistas muito moderados: um exemplo disso é o golpe Empresarial militar no Brasil de 1964: o governo João Goulart não era um governo comunista, um governo revolucionário. João Goulart era um político nacionalista que defendeu uma reforma agrarian, reforma bancária, acabar com analfabetismo, saúde e coisas do tipo. Um projeto tão moderado como esse, foi encarado pela classe dominante brasileira e pelo imperialismo estadunidense como algo inaceitavel, e o resultado todos nós sabemos.
Então não adianta idealizer. A classe dominante nunca vai entregar seu poder sem uma reação violentissima, e a violência é um dado estrutural do capitalism. Isso não significa evidentemente que a dominação de classe se dá apenas pela repressão. Como mostrou Antônio Gramisci - e essa e sua contribuição real - a dominação exercida pela classe burguesa se dá em uma combinação complexa e estratégica entre coercao e consenso: convencimento e repressão. Os aparelhos ideológicos da classe dominante atuam para legitimar a violência da burguesia, e Esses aparelhos repressivos da burguesia garantem que os aparelhos ideológicos da classe dominada - dos trabalhadores - sejam reprimidos, combatidos para que a ideologia burguesa seja egemônica no seio da sociedade. Então repressão e convencimento atuam de maneira organica, combinada na ordem burguesa. Isso não significa porém, que a repressão tenha perdido importância nas formas atuais de dominação do capitalismo. Muito pelo contrário: para ter um simples exemplo disso, na França que é mostrada por muitos como um exemplo de país democratic, de país civilizado, quando começou o protesto dos chamados coletes amarelos, o governo Macron em um mês prendeu mais de mil manifestantes, e a França protagonizou cenas de violência brutal da polícia contra os manifestantes. Basta acontecer alguma crise política, levante popular ou tentativa de revolução que a resposta da burguesia vai ser sempre um mar de sangue e de brutalidade.
Do ponto de vista histórico os comunistas sempre foram Defensores da Paz. Na época do movimento operário social-democrata, no período da segunda internacional, enquanto os revolucionarios como Clara Zetkin, Rosa Luxemburgo, Lenin, Trotsky eram contra a política Colonial dos Estados capitalistas em África e em Ásia, os reformistas eram a favor. Então Eduardo Bernstein, por exemplo, defendeu o colonialismo do Estado alemão em África, e dizia que era legítimo: que o Estado alemão estava buscando seus interesses. A revolucionária Rosa Luxemburgo sempre foi contra a política colonial e defendeu os povos de África contra a ganância do estado dos monopólios na Alemanha. Na primeira guerra mundial enquanto os reformistas foram totalmente a favor da guerra e se dedicaram a chamar os trabalhadores para matar os Trabalhadores de outros países, os evolucionários foram totalmente contra a Guerra. Lenin, Rosa Luxemburgo, Trotsky, Stalin e tantos outros chamados de violentos, de repressivos Foram contra a primeira guerra mundial: denunciaram a guerra como uma guerra inter-imperialista que visava a conquista colonial do mundo. Ao final da segunda guerra mundial os grande movimentos que passaram para a história em defesa da Paz e contra as guerras, foram protagonizados pelos comunistas: movimento contra a guerra da Coreia, contra a agressão do colonialismo francês na Argélia, movimento contra a guerra no Vietnã e uma série de campanhas mundiais pela paz tiveram uma participação fundamental nos comunistas. Aliás por falar em comunistas enquanto os partidos social-democratas da Europa, ou apoiaram diretamente ou fingiram que não viram a política do imperialismo estadunidense de promoção de golpes de estado na América Latina, Os Comunistas não so eram os principais perseguidos por essas ditaduras militares como tiveram um papel fundamental no processo de volta da Democracia burguesa. Na história real do século 20 - Essa era dos extremos, Como dizia o saudoso Historiador Eric Hobsbawn - os social-democratas não eram a favor da Paz. Eles defendiam evidentemente a democracia burguesa no seu país, mas eram totalmente entusiastas da política colonial e da política de guerra do imperialismo em toda a periferia do sistema capitalista. O historiador e filósofo italiano Domenico Losurdo criou até um conceito para tratar dessa realidade: ele chamou essa esquerda de esquerda Imperial: ou seja, era uma esquerda que na França, na Inglaterra, nos Estados Unidos, no Canadá e vários outros países defende uma política democrática e de paz, mas apoiam o seu estado burguês e os seus monopólios capitalistas na exploração no saque, na repressão de toda a periferia do sistema, e obtem beneficios desses super-lucros que os seus paises – enquanto paises centrais do capitalismo – conseguem obter. De forma que, na historia real do capitalism, onde existiu um movimento forte pela paz, esse movimento foi protagonizado ou no mínimo tinha uma intensa participação dos comunistas.
Nós não temos nenhum tipo de fetiche pela violência. Rosa Luxemburgo, Lenin e vários outros revolucionários criticaram abertamente os terroristas. Na Rússia por exemplo existe uma cultura política muito forte de terrorismo de esquerda: intelectuais que compreenderam que grandes atos Como matar um primeiro-ministro iria despertar as massas para luta. Lenin sempre combateu esse tipo de concepção, e defendeu que o terrorismo não tem nenhum tipo de capacidade mobilizadora, e muito mais importante do que mataram o primeiro-ministro é conseguir organizar e educar politicamente a classe operária para compreender que dentro do capitalism, dentro dessa forma de estado burguês ela não conseguiria alcançar os seus objetivos fundamentais. A defesa dos comunistas da violência revolucionária é uma defesa fundamentada numa compreensão crítica e real do que e a dinâmica do capitalism, mas que não está faltando nenhum tipo de fetiche da violência ou sede de sangue. Dois exemplos para terminar são suficientes para ilustrar isso: durante a segunda guerra mundial o exército japonês era famoso por sua brutalidade: era um exército que não fazia prisioneiros: todas as vezes que conseguiram conquistar uma região da China, eles matavam todo mundo e antes de matar as mulheres faziam rodadas de estupros coletivos. Já as forças de resistência Nacional da China, dirigidas pelo partido comunista não apenas não matavam os prisioneiros de guerra japoneses, como faziam um trabalho de educação política com eles: faziam agitação e propaganda contra a guerra imperialista: contra O Extermínio entre os membros da classe trabalhadora. Muito desses prisioneiros eram soltos, voltavam para o exército japonês e continuavam reproduzindo a propaganda anti-Guerra ao ponto que a partir de 1944 o exército japonês começou a fuzilar todos os soldados que foram presos pelo exército chinês e depois de liberados, pois segundo o auto commando military do japao, os comunistas são muito perigosos e qualquer pessoa que tenha contato com eles, está contaminada pela ideologia do pacifismo. Outro exemplo muito importante é a demonizada república democrática popular da Coreia: Coreia do Norte. E dito que esse país é um país militarista, violento, que promove a Guerra. Na realidade a milenar nação coreana Foi dividida em duas pelo imperialismo estadunidense em uma guerra que matou mais de 2 milhões de coreanos. Depois que foi assinado o armistício - como uma especie de pausa na Guerra - os Estados Unidos mantêm - dos anos 50 até hoje - mais de 30 mil soldados divididos entre o Japão e a Coreia do Sul apontados para Coreia do Norte - inclusive armas nucleares nessa região - e ameaça constantemente o país com uma nova guerra de destruição neocolonial. A Coreia do Norte conseguiu desenvolver um importante poder bélico, se amar, inclusive desenvolver armas nucleares, e é graças ao fato de a Coreia possuir armas nucleares e um poderoso exército que até hoje não aconteceu uma nova guerra na região. A capacidade de armamento da economia norte-coreana, fruto principalmente da sua economia planificada, garante a paz na região. Exemplos significativo disso é a Líbia quando era governada por Gaddafi. Gaddafi tinha um projeto da bomba atômica da Líbia. Por pressao do imperialismo Caddafu desistiu desse projeto. Pouco tempo depois estáva a OTAM invadindo a Líbia, destruindo o país que tinha o maior IDH (Indice de desenvolvimento humano) da África, deixando o país em um mar de sangue e caos como está até hoje.
O militarismo na Coreia do Norte é fundamental para a paz, até porque a questão da Paz e da Guerra não deve ser entendido de forma mecânica, mas de forma de dialetica. No mundo dominado pelo imperialism, se armar é uma garantia de paz dos povos que lutam por sua emancipação. O imperialismo só entende a linguagem da força. “E se quer garantir-se a paz, prepare-se para a Guerra.” Como muito bem disse Plínio de Arruda Sampaio (ex-membro do Partido Socialismo e liberdade, PSOL) na Saudosa campanha presidencial de 2010 (Brasil), ninguém deveria ter armas atômicas, mas se os Estados Unidos tem armas atômicas, se Israel tem armas atômicas, outros povos em sua defesa também tem direito de ter. Em síntese os revolucionários não são violentos sedentos de sangue, promotores da violência. Nós somos contra as guerras imperialistas, as invasões neocoloniais; somos linha de frente no Combate à violência cotidiana do Estado burguês contra a classe trabalhadora, mas não idealizamos as condições da dominação de classes no capitalism. Compreendemos que a violência é um dado estrutural do sistema capitalista que a classe dominante - Especialmente na periferia do capitalism - nunca vai entregar seu poder em forma pacífica e que a violência revolucionária dos trabalhadores e suas organizações é uma necessidade histórica intransponível na conquista do poder político pelos trabalhadores e da construção do novo mundo: o mundo socialista! Aliado a isso, compreendemos que as experiências de transição socialista necessitam criar um forte aparato de defesa para se proteger de todos e cada um dos ataques do imperialism. Ao contrário do pensa Gregorio Duvivier e vários teóricos e líderes politicos, defender um pacifismo abstrato não vai fazer com que a violencia real deixe de existir.
https://preview.redd.it/xxmf45gdswk41.jpg?width=300&format=pjpg&auto=webp&s=25ecc3cf7acde9ed6fc0854830106c169ab3b95b
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2019.10.29 01:48 livrosetal Swing Time, de Zadie Smith

Sinopse
Duas raparigas mestiças sonham ser dançarinas - mas apenas uma, Tracey, tem talento. A outra tem ideias: sobre ritmo e tempo, sobre corpos negros e música negra, sobre o que constitui uma tribo ou torna uma pessoa verdadeiramente livre. É uma amizade de infância, forte mas complicada, que termina abruptamente aos vinte e poucos anos, para nunca mais ser revisitada, mas também nunca ser completamente esquecida. Tracey chega a dançarina de teatro musical, mas debate-se com a vida adulta, enquanto a amiga vira costas ao velho bairro e percorre o mundo como assistente pessoal de uma cantora famosa, Aimee, observando de perto como vivem as pessoas mais ricas do mundo.
Mas quando Aimee adquire grandiosas ambições filantrópicas a história muda-se de Londres para a África Ocidental, aonde os turistas da diáspora acabam por regressar em busca das suas raízes, onde os jovens arriscam a vida na fuga para um futuro diferente, as mulheres dançam exatamente como Tracey - os mesmos requebros, os mesmos meneios - e as origens de uma desigualdade profunda não são uma questão de história longínqua, mas sim uma dança atual, ao som da música do nosso tempo.
Vertiginosamente enérgico e profundamente humano, Swing Time é uma história sobre amizade, música e raízes obstinadas, sobre como somos moldados por essas coisas e como podemos sobreviver-lhes.
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2018.07.08 07:48 Hyapp O que vocês sabem sobre os ciganos?

Sempre acreditei que "cigano" eram povos nomades - uma mistura de MST com os circenses. "Sabia" que eles vestiam lenços na cabeça, roupas coloridas, camisas com o peito aberto, cabelos longos (parecido com piratas de Hollywood aka Jackie Sparrow), usavam joias, alguns tinham dentes de ouro, eram metido em falcatruas e até sequestro de crianças. Costumavam viajar a carroça com um pouco de artesanato para fazer escambo. E com frequência acampavam onde fosse possível. Mas tudo isso descrito foi só uma dedução falha e ilusória, vindas de fontes contaminadas com preconceitos e esterotipos (familia e desenhos/séries/novelas/filmes)
Mas depois de assistir a série Peaky Blinder (diga-se de passagem boa paraum k-ralho - tem na Netflix) resolvi pesquisar sobre e me espantei.
Por exemplo: População judaica no Brasil: 107.329 População cigana no Brasil: 800.000 (é a segunda maior população, somente atrás do EUA)
Resumo wiki
Ciganos é um exônimo para roma (em singular: rom, termo que, traduzido para o português, significa "homem") e designa um conjunto de populações nômades que têm, em comum, a origem indiana e uma língua (o romani) originária do continente indiano obrigadas a emigrar em direção ao ocidente, possivelmente em ondas, entre c. 500 e 1000 d.C. Iniciaram a sua migração para a Europa e África do Norte, pelo planalto Iraniano, no século XI, por volta de 1050. A saída da Índia provavelmente ocorreu no contexto das invasões do sultão Mahmud de Ghazni (região do atual Afeganistão).
A migração dos ciganos para o Brasil é antiga: a documentação conhecida indica que sua história no Brasil iniciou em 1574, quando o cigano João Torres, sua mulher e filhos foram degredados para o Brasil. Em Minas Gerais, a presença cigana é nitidamente notada a partir de 1718, quando chegam ciganos vindos da Bahia, para onde haviam sido deportados de Portugal. No Brasil, estudos demonstraram a existência de ciganos de pelo menos dois grupos: os Calon que migraram para o país desde o século XVI, e os Rom que, de acordo com as indicações, migraram para o Brasil somente a partir de meados do século XIX.
Compilados da primeira pagina do Google
Porajmos, o holocausto esquecido
Os ciganos foram vítimas de perseguição desde a sua chegada na Europa. Por 500 anos eles foram escravos na Romênia (Valáquia, Moldávia e Transilvânia). O Holocausto cigano (também conhecido como Porajmos) é sempre esquecido nas celebrações do dia da memória do Holocausto (27 de janeiro). Somente em 2015 o Parlamento Europeu votou por adotar uma resolução que reconhece “o fato histórico do genocídio dos ciganos que ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial”.
O dia da memória do cigano, celebrado no dia 2 de Agosto, evoca a vida de mais de 500.000 ciganos tiradas durante o Porajmos. ** Diversidade Cultural**
Os ciganos são uma comunidade heterogênea, com diferentes línguas, culturas, religiões, tradições, regras e normas. Os diferentes subgrupos podem ser entendidos no contexto da história do seu país de origem.
Alguns ciganos falam Romani (língua comum entre muitos grupos ciganos) junto com a língua do seu país de origem. Outros falam apenas a língua do seu país de origem.
Apesar de ser um grupo heterogêneo, os ciganos mantêm o senso de pertença a uma cultura única.
Nem sempre são nômades
Apesar dos ciganos estarem sempre associados a um estilo de vida nômade, 95% dos ciganos europeus têm moradia fixa. A maior razão da constante migração é para procurar oportunidades negadas no país de origem e fugir do racismo que ajuda perpetuar a sua marginalização.
Preconceito
Os ciganos sofrem muito com os efeitos da pobreza e da exclusão social. Eles sofrem discriminação nas áreas da educação, emprego, moradia e saúde, e muitas vezes são impedidos de ter proteção social. Em países como a República Checa, Eslováquia, Hungria e Romênia, crianças ciganas são registradas em escolas para crianças com necessidades especiais. Em muitos locais, famílias são forçadamente desalojadas sem aviso prévio e em algumas cidades existem muros para separar ciganos dos seus vizinhos não-ciganos. Eles não têm um estado nacional independente para oferecer estrutura em uma certa área geográfica. Isso significa que os ciganos não têm um corpo político unificado para olhar e defender os seus melhores interesses.
História oral
A língua Romani é principalmente oral, com pouca tradição escrita (Literature General Introduction). Durante séculos a cultura e as tradições ciganas foram transmitidos oralmente, através de recursos criativos como contos, fábulas e músicas folclóricas. Inicialmente, a literatura produzida pelos ciganos foi definida como literatura oral. No século 20, autores ciganos de diferentes países começaram a escrever sua literatura em diferentes línguas e dialetos, usando diferentes sistemas de escrita.
Ciganos famosos
Apesar dos ciganos terem pouca representatividade nos veículos de comunicação, existiram e existem muitas pessoas ciganas famosas como Elvis Presley, Charlie Chaplin, Michael Caine, Pablo Picasso, Shayne Ward, o presidente brasileiro Juscelino Kubitscheck.
Bandeira
O povo cigano tem bandeira. É um retângulo dividido horizontalmente em duas partes. A de cima é azul, e significa a espiritualidade. A de baixo é verde, e simboliza a relação do homem com a natureza. No centro, fica a roda da vida, em vermelho. Ela simboliza a continuidade, a transformação e o movimento.
Casamento
A cerimônia de casamento cigana dura três dias e três noites. Durante esse tempo, os noivos ficam separados, dando atenção aos convidados. Os homens se sentam em roda e o noivo recebe presentes em um pão grande sem miolo. Para a mulher, são dados lenços e flores artificiais. Na terceira noite, os noivos podem ficar a sós pela primeira vez. Nas famílias mais tradicionais, a virgindade da noiva é comprovada com a mancha de sangue em um lenço branco. Na manhã seguinte, a noiva veste uma roupa colorida e usa um lenço na cabeça, simbolizando a perda da virgindade e apontando a mulher como casada.
Reportagens sobre
Comunidade mostra cultura cigana em Belo Horizonte 12/2013 http://g1.globo.com/minas-gerais/parceiro-mg/noticia/2013/12/comunidade-mostra-cultura-cigana-em-belo-horizonte.html
Ciganos comemoram mais de 400 anos no Brasil com festa no DF 05/2017 https://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/ciganos-comemoram-mais-de-400-anos-no-brasil-com-festa-no-df.ghtml
E vocês?
Sabem algo sobre este povo? Podem compartilhar histórias vividas ou ouvidas?
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